O presidente estadual do União Brasil e candidato a deputado federal, Miguel Coelho, destacou os números do mercado de trabalho em Pernambuco no segundo trimestre de 2026. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam redução da taxa de desocupação no Estado na comparação com o mesmo período do ano passado.
De acordo com os dados apresentados, a taxa de desemprego passou de 10,37% no segundo trimestre de 2025 para 8,33% entre abril e junho deste ano, uma queda de 2,04 pontos percentuais. O resultado representa a menor taxa de desocupação registrada em Pernambuco para um segundo trimestre desde 2015.
Em números absolutos, o contingente de pessoas desocupadas caiu de 436 mil para 334 mil no período de um ano. Com isso, 102 mil pessoas deixaram a condição de desocupação entre o segundo trimestre de 2025 e o mesmo intervalo de 2026.
Segundo o levantamento, Pernambuco também apresentou a maior redução da taxa de desocupação entre os estados do Nordeste na comparação anual. Outros indicadores do mercado de trabalho tiveram recuo: o número de pessoas subutilizadas diminuiu 20,9%, enquanto a subocupação por insuficiência de horas trabalhadas caiu 26,1%.
Miguel Coelho avaliou os resultados como positivos e defendeu a continuidade de políticas voltadas à geração de empregos e à atração de investimentos para Pernambuco.
“É uma notícia importante para Pernambuco. Mais do que um número, estamos falando de 102 mil pessoas que deixaram a situação de desocupação. Precisamos continuar criando condições para que as empresas invistam, produzam e gerem empregos em todas as regiões”, afirmou.
O candidato também defendeu maior integração entre programas de qualificação profissional e as demandas do setor produtivo, com atenção aos jovens e à geração de oportunidades no interior do Estado.
“Pernambuco tem potencial para avançar ainda mais. Precisamos unir investimento, qualificação e oportunidade, especialmente para os jovens e para quem vive no interior. É assim que vamos transformar crescimento econômico em melhoria real na vida das pessoas”, declarou Miguel.
