O candidato ao Governo de Pernambuco, João Campos (PSB), afirmou que pretende construir um novo ciclo de desenvolvimento para o Estado em parceria com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). As declarações foram dadas durante entrevista ao programa Frente a Frente, do UOL em parceria com a Folha de S.Paulo, nesta segunda-feira (3).
Durante a entrevista, João Campos destacou que sua candidatura é motivada pelo compromisso de governar Pernambuco e melhorar a qualidade de vida da população. Segundo ele, sua principal missão é fazer o Estado voltar a ocupar posição de destaque na região Nordeste.
“Tenho paixão por Pernambuco e quero ser governador para cuidar de verdade. Essa é a minha missão. Vou trabalhar todos os dias para fazer o nosso Estado voltar a liderar o Nordeste e construir uma gestão reconhecida por todos os pernambucanos”, afirmou.
O socialista também ressaltou que uma eventual parceria entre os governos estadual e federal será fundamental para impulsionar investimentos e executar projetos estruturadores. João relembrou o período em que Lula presidia o país e o ex-governador Eduardo Campos comandava Pernambuco como referência para um novo ciclo de crescimento.
“O presidente Lula é um grande aliado, não só um aliado para disputar a eleição, mas um aliado para governar junto. O maior ciclo de desenvolvimento de Pernambuco aconteceu quando Lula era presidente e Eduardo Campos era governador. A gente quer governar junto para fazer Pernambuco voltar a crescer”, declarou.
Ao comentar o cenário eleitoral, João afirmou que os eleitores poderão comparar os resultados obtidos por sua gestão na Prefeitura do Recife com a atual administração estadual. Segundo ele, a capital pernambucana registrou avanços em áreas como investimentos, educação, infraestrutura e serviços públicos.
Na reta final da entrevista, o candidato voltou a defender a democracia e criticou o que classificou como práticas de perseguição política e disseminação de desinformação durante o processo eleitoral. Para João Campos, esses episódios reforçam seu compromisso com a defesa das instituições democráticas.
“Essas práticas autoritárias não me botam medo. Pelo contrário, me dão ainda mais coragem para lutar. Eu tenho compromisso com a democracia e essas práticas não vão nos afastar desse caminho”, concluiu.
